A guerra no Médio Oriente enriquece Trump e os seus
A guerra no Médio Oriente enriquece Trump e os seus Na noite de 28 de fevereiro de 2026, enquanto os Estados Unidos e Israel iniciavam os bombardeamentos contra o Irão, o Presidente americano, Donald Trump, marcava presença num jantar de angariação de fundos em Mar-a-Lago cujo bilhete custava, segundo o New York Times , um milhão de dólares por convidado. A coincidência é simbólica, mas a economia política do conflito dispensa símbolos. Mais de oito meses e milhares de mortos depois, o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo, continua sujeito a restrições; o Brent, que valia cerca de 72 dólares antes da guerra e se aproximou dos 120 no pico, voltou a negociar acima dos 100 dólares em novembro; e o custo das operações ultrapassa já, segundo estimativas do Pentágono, os 47 mil milhões de dólares. À pergunta clássica, cui bono? (q uem ganha com isso?) , a resposta é incómoda: entre os principais beneficiários encontram-se, em...